domingo, 18 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Sísifo apaixonado
“Esta aula vai ter intervalo... estou com muita fome?!”. A princípio, confesso que a pergunta me causou espanto. Afinal, acabara de passar o segundo slide e eram nove da manhã. E alguém está com fome naquela hora era mesmo de se estranhar... “É isso mesmo, professor! Estamos com fome e queremos um intervalo, para lanchar!”, falou outra aluna... Aí, de espantado, fiquei mesmo foi triste por perceber (tinha percorrido quase 300 km - sem receber nenhum incentivo financeiro, pois fui a convite de um ex-aluno, que agora é professor - para dar a aula inaugural sobre história da cirurgia), que, na verdade, Hipócrates, Ephraim McDowell, Halsted, Ernani Rosado, etc. etc. eram menos importantes do que uma coxinha e uma coca-cola...
Senti-me como um Sísifo: personagem que fora condenado, por Zeus, a incessantemente rolar uma pedra até o topo de uma montanha e quando já estava alcançando, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida e aí Sísifo tinha que retornar e iniciar tudo novamente... Os deuses sabiam que não havia nada mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança... Pois bem! Inútil e sem esperança, é assim que algumas vezes nos sentimos quando estamos ensinando. Como se não bastasse - como muito bem alertou meu querido mestre prof. Ernani Rosado, na minha formatura, que o professor universitário vivia sempre num emaranhado de leis, decretos e regulamentos, “plano de metas”, que só servem para lhe tolher e desestimular-, agora temos que conviver também com a indiferença de alguns alunos... e isso tem sido uma constante nos últimos anos.
Em março de 2010, faço 17 anos no ensino médico. Hoje, sem dúvida, me considero muito mais um professor do que propriamente um médico atuante, por entender que um professor – que é antes de tudo um médico - pode contribuir e muito para curar o maior de todos os males, responsável por todas as misérias, que é a ignorância da alma. Educar, para mim, “é saber lançar no chão fértil do outro – meu aluno, meu companheiro, alguém com quem dialogo: saberes, sonhos e valores – a semente que adiante faça germinar em sua inteligência e em seu coração o desejo de partilhar com os outros o diálogo da construção de um mundo de justiça, de igualdade e de liberdade”. Por isso, paro para pensar e me pergunto: “O que danado está acontecendo? Será que a culpa está em mim mesmo? Será que as minhas aulas são mes mo tediosas e não suscita interesse nenhum nos alunos? Por que será que as turmas estão cada vez mais interessadas apenas na residência médica, e aí o curso de medicina tornou-se um mero link, uma ponte ou o que é pior: um ‘apêndice’ – que espero que não seja infectado - dos cursos preparatórios para a residência médica? Qual o papel da família nisso tudo? Qual a parcela de culpa das escolas médicas? Enfim, como poderemos resolver esse quadro tenebroso que hora se pinta com tintas de muito mau gosto?”
Certa vez, Paulo Freire, disse: “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão”. Portanto, que todos os atores – afinal, “O mundo inteiro é um palco, e todos os homens e mulheres, apenas atores” - juntos, busquem as soluções para se libertarem dessa situação, que não é benéfica para ninguém: a sociedade não suporta mais esta medicina que está sendo oferecida a ela e, por isso, não é de se estranhar o número absurdo de processos por erros médicos, abarrotando os tribunais do CRM e da justiça comum do País.
É preciso que paremos todos: escola, professores, pais, alunos, conselhos de medicina, sociedade, etc. etc, enfim, todos, para refletirmos. E aqui, ficam algumas sugestões: Que a escola pare de criar tantas dificuldades para os professores sonharem...; que os professores reencontrem “o caminho da paixão do começo”, pois quando a gente perde este caminho, o caminho da paixão - e nada de grande se faz sem paixão, sem amor, como dizia Kierkegaard – “perdemos o entusiasmo, perdemos a vontade de empreender, de inovar, de criar coisas novas, de nos reinventar. E sem tudo isso, a vida torna-se uma rotina desestimulante. Começamos a andar para trás e a acomodação pessimista toma conta de nosso dia-a-dia”; que os pais voltem a educar e cuidar melhor dos seus filhos, procurando saber se eles estão felizes com a escolha que fizeram...; que os alunos (não são todos, ainda bem) comecem a enxergar que não estão mais num cursinho pré-vestibular e sim, a caminho de uma profissão das mais bela, difícil e importante que é a medicina, que é o cuidar do outro.
Se somos seres a caminho, em busca, como lembra Paulo Freire, cabe agora fazer a seguinte pergunta – pois só ela, pode apontar um caminho para frente: “Quem dará o primeiro passo em busca dessas soluções? Quem?!”. Por favor, respondam logo, afinal, preciso acreditar que deixarei um mundo melhor para o meu Lucas...
Francisco Edilson Leite Pinto Junior
Professor, médico e escritor (edilsonpinto@uol.com.br)
Senti-me como um Sísifo: personagem que fora condenado, por Zeus, a incessantemente rolar uma pedra até o topo de uma montanha e quando já estava alcançando, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida e aí Sísifo tinha que retornar e iniciar tudo novamente... Os deuses sabiam que não havia nada mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança... Pois bem! Inútil e sem esperança, é assim que algumas vezes nos sentimos quando estamos ensinando. Como se não bastasse - como muito bem alertou meu querido mestre prof. Ernani Rosado, na minha formatura, que o professor universitário vivia sempre num emaranhado de leis, decretos e regulamentos, “plano de metas”, que só servem para lhe tolher e desestimular-, agora temos que conviver também com a indiferença de alguns alunos... e isso tem sido uma constante nos últimos anos.
Em março de 2010, faço 17 anos no ensino médico. Hoje, sem dúvida, me considero muito mais um professor do que propriamente um médico atuante, por entender que um professor – que é antes de tudo um médico - pode contribuir e muito para curar o maior de todos os males, responsável por todas as misérias, que é a ignorância da alma. Educar, para mim, “é saber lançar no chão fértil do outro – meu aluno, meu companheiro, alguém com quem dialogo: saberes, sonhos e valores – a semente que adiante faça germinar em sua inteligência e em seu coração o desejo de partilhar com os outros o diálogo da construção de um mundo de justiça, de igualdade e de liberdade”. Por isso, paro para pensar e me pergunto: “O que danado está acontecendo? Será que a culpa está em mim mesmo? Será que as minhas aulas são mes mo tediosas e não suscita interesse nenhum nos alunos? Por que será que as turmas estão cada vez mais interessadas apenas na residência médica, e aí o curso de medicina tornou-se um mero link, uma ponte ou o que é pior: um ‘apêndice’ – que espero que não seja infectado - dos cursos preparatórios para a residência médica? Qual o papel da família nisso tudo? Qual a parcela de culpa das escolas médicas? Enfim, como poderemos resolver esse quadro tenebroso que hora se pinta com tintas de muito mau gosto?”
Certa vez, Paulo Freire, disse: “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão”. Portanto, que todos os atores – afinal, “O mundo inteiro é um palco, e todos os homens e mulheres, apenas atores” - juntos, busquem as soluções para se libertarem dessa situação, que não é benéfica para ninguém: a sociedade não suporta mais esta medicina que está sendo oferecida a ela e, por isso, não é de se estranhar o número absurdo de processos por erros médicos, abarrotando os tribunais do CRM e da justiça comum do País.
É preciso que paremos todos: escola, professores, pais, alunos, conselhos de medicina, sociedade, etc. etc, enfim, todos, para refletirmos. E aqui, ficam algumas sugestões: Que a escola pare de criar tantas dificuldades para os professores sonharem...; que os professores reencontrem “o caminho da paixão do começo”, pois quando a gente perde este caminho, o caminho da paixão - e nada de grande se faz sem paixão, sem amor, como dizia Kierkegaard – “perdemos o entusiasmo, perdemos a vontade de empreender, de inovar, de criar coisas novas, de nos reinventar. E sem tudo isso, a vida torna-se uma rotina desestimulante. Começamos a andar para trás e a acomodação pessimista toma conta de nosso dia-a-dia”; que os pais voltem a educar e cuidar melhor dos seus filhos, procurando saber se eles estão felizes com a escolha que fizeram...; que os alunos (não são todos, ainda bem) comecem a enxergar que não estão mais num cursinho pré-vestibular e sim, a caminho de uma profissão das mais bela, difícil e importante que é a medicina, que é o cuidar do outro.
Se somos seres a caminho, em busca, como lembra Paulo Freire, cabe agora fazer a seguinte pergunta – pois só ela, pode apontar um caminho para frente: “Quem dará o primeiro passo em busca dessas soluções? Quem?!”. Por favor, respondam logo, afinal, preciso acreditar que deixarei um mundo melhor para o meu Lucas...
Francisco Edilson Leite Pinto Junior
Professor, médico e escritor (edilsonpinto@uol.com.br)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Eleições para o CANECA
Olá pessoal,
amanhã terá eleições para a gestão 2009-2010 do Centro Acadêmico Nelson Chaves - CANECA - UFRN. Haverá uma urna no 5° subsolo do HUOL durante a manhã e a tarde assim como outra no CB também durante a manhã e a tarde. Em cada local de inscrição, terá uma lista com os nomes de todos os alunos matriculados no nosso curso, para que o eleitor assine em seu nome e pegue a cédula para votar na chapa "Construção" ou nulo.
Contamos com a participação de todos!!!
atenciosamente,
CANECA - Centro Acadêmico Nelson Chaves
amanhã terá eleições para a gestão 2009-2010 do Centro Acadêmico Nelson Chaves - CANECA - UFRN. Haverá uma urna no 5° subsolo do HUOL durante a manhã e a tarde assim como outra no CB também durante a manhã e a tarde. Em cada local de inscrição, terá uma lista com os nomes de todos os alunos matriculados no nosso curso, para que o eleitor assine em seu nome e pegue a cédula para votar na chapa "Construção" ou nulo.
Contamos com a participação de todos!!!
atenciosamente,
CANECA - Centro Acadêmico Nelson Chaves
domingo, 11 de outubro de 2009
CANDIDATURA DA CHAPA “CONSTRUÇÃO” À GESTÃO 2009-2010 DO CANECA
A chapa candidata às eleições para a gestão do CANECA 2009-2010, “CONTRUÇÃO”, vem por meio desta tentar trazer algumas reflexões sobre pontos relativos à relação dos estudantes com o CANECA e vice-versa.
Um dos grandes problemas que o centro acadêmico do curso de medicina da UFRN sofre, e que se agravou bastante nos últimos semestres, é a questão do esvaziamento. Falando de esvaziamento não queremos nos restringir apenas à questão da falta de pessoas nas velhas reuniões das quintas-feiras à tarde, nas quais se verificou, na maioria das vezes desse ano, a presença de não mais que três pessoas. Mas também, a falta de estudantes atuando nas questões de seu interesse dentro do curso.
O que queremos dizer com isso é que muitas vezes o estudante se depara com um problema dentro do nosso curso, reclama e simplesmente deixa para lá, perpetuando a velha cultura do brasileiro de que se formos atrás de nossos direitos nunca iremos conseguir nada, pelo contrário, só iremos perder tempo com isso. E, ao invés disso, posso muito bem ir atrás de ocupar meu tempo estudando em casa ou acompanhando o médico que é amigo de meu pai. Mas será que essa é a conduta a se tomar?
O que temos em mente é que a formação de um é a formação de todos, e estamos inseridos dentro de um contexto social, cultural, econômico e assim vai, no qual o prejuízo na formação de um prejudicará a formação e talvez a vida de todos, pois não muito raramente aquele colega de sala que se prejudicou em uma aula de pediatria (não querendo dizer que a disciplina de pediatria nos dá uma má formação, mas simplesmente a tomando como exemplo) pode ser o médico que vai atender meu filho em uma emergência daqui a dez anos.
Mas tudo bem, temos que fazer alguma coisa para melhorar nosso curso, ou pelo menos alguém tem que fazer alguma coisa para isso, mas quem? E é justamente nessa pergunta que queremos frisar nosso discurso. Esse QUEM é todos nós, pois muito ao contrário do que muitos dizem, não é o “CANECA” que deve resolver tal coisa, não é simplesmente o “CANECA” quem deve tomar as rédeas da universidade e trilhar os caminhos de todos os estudantes, porque o “CANECA” não é um ser, com desejos e pensamentos, mas sim uma instituição, um meio, uma representação, um nome, na qual TODOS os estudantes devem se inserir e, como está previsto em seu próprio estatuto, participar, dar opiniões e votar nelas. Este é justamente um dos objetivos que queremos atingir durante essa gestão, o de descaracterizar a figura do “CANECA” como esse ser com desejos e pensamentos ou simplesmente a personificação da entidade na figura de poucos, mas sim queremos mostrar que, mais uma vez, TODOS os estudantes do Curso de Medicina da UFRN fazem parte dela, que todos devem lutar juntos pelos seus direitos (e leiam-se seus direitos como os direitos de todos), que devemos ter a consciência de que ir atrás de nossos objetivos e ideais não deve ser simplesmente em vão.
É trabalhoso? É sim! Vamos quebrar nossas caras? Vamos sim, e várias vezes! Mas com certeza valerá a pena. E, além disso, temos que ter em mente que uma universidade é feita PARA estudantes, não importa o motivo que cada um tenha em sua mente (se é para servir à sociedade após a formatura, se é para eu ter minha vida depois, se é para satisfação pessoal, se é para ter um status), TUDO o que uma universidade oferece é para a nossa educação e se não formos atrás disso ninguém mais irá, pois a população do lado de fora que também é beneficiada pela nossa formação não faz idéia das dificuldades que enfrentamos, nem muito menos de como reinvidicar pelos nossos direitos e pelos deles.
O grande motivo de estarmos publicando essa “carta aberta” é o de que não queremos simplesmente colar em um quadro propostas da gestão e esperar nos elegermos para pôr, talvez e muito dificilmente, em prática tudo o que nos comprometemos a fazer, mas sim queremos mostrar que estamos dispostos a ir atrás de nossos direitos e de buscar soluções para nossos problemas, mas com isso contamos com a ajuda de todas as pessoas que fazem parte do nosso curso.
A chapa, como visto em e-mails anteriores, está composta apenas por 16 pessoas (número bem inferior a de anos anteriores, em que a chapa com o menor número de pessoas tinha 25) e, infelizmente, não conseguimos colocar alguém dentro de uma de nossas mais importantes coordenações, a Sócio-Cultural. Além disso, a maioria dessas pessoas se encontra entre o 5° e o 6° períodos do curso. Como poderemos, por ventura, vir a saber de um problema que se passa com os 7° e 8° períodos, por exemplo, se, além de não termos nenhum integrante da gestão que esteja nesses períodos, ninguém vem ao centro acadêmico discutir a problemática? Por isso, dessa vez é mais que importante que todos façam parte desse centro acadêmico.
Ao pensarmos no nome da chapa como “CONSTRUÇÃO”, queremos com isso mostrar dois pontos de vista a respeito do nome. O nome, como muitos já devem ter percebido, foi inspirado na música de Chico Buarque e com isso queremos que a chapa em si tenha o espírito do significado poético da sua letra. Mas, além disso, almejamos que todos enxerguem o significado literário da palavra “CONTRUÇÃO”, para que tenhamos embutido em nós esse espírito de construir, não apenas um novo CANECA, mas sim um novo curso, uma nova mentalidade e, quem sabe, uma nova sociedade.
Isso dito, esperamos que todos reflitam tais palavras e os convidamos a votarem no dia 13 de outubro na chapa “Construção” para a nova gestão do Centro Acadêmico de medicina Nelson Chaves.
Saudações!!!
Chapa “Construção”
COORDENAÇÃO GERAL
Augusto Passos – 5° período
Pâmera Medeiros – 5° período
SECRETARIA GERAL
Alice Gagliuff – 6° período
COORDENAÇÃO FINANCEIRA
Rafael Góis – 6° período
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO MÉDICA E POLÍTICAS DA SAÚDE
Henrique Gonçalves – 10° período
Mirna Gurjão – 6° período
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E EXENSÃO
Eduardo Teodoro – 1° período
Ferdinand Saraiva – 5° período
COORDENAÇÃO DE ESPORTES
Raimundo Vinícios – 6° período
COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
Hugo Sailly – 4° período
Jocélio Ramalho – 5° período
Miguel Rogério – 6° período
Raniere Luna – 6° período
Raphael Dantas – 4° período
COORDENAÇÃO INTERNACIONAL
Hugo Cabral – 2° período
Lais Izabel – 5° período
Um dos grandes problemas que o centro acadêmico do curso de medicina da UFRN sofre, e que se agravou bastante nos últimos semestres, é a questão do esvaziamento. Falando de esvaziamento não queremos nos restringir apenas à questão da falta de pessoas nas velhas reuniões das quintas-feiras à tarde, nas quais se verificou, na maioria das vezes desse ano, a presença de não mais que três pessoas. Mas também, a falta de estudantes atuando nas questões de seu interesse dentro do curso.
O que queremos dizer com isso é que muitas vezes o estudante se depara com um problema dentro do nosso curso, reclama e simplesmente deixa para lá, perpetuando a velha cultura do brasileiro de que se formos atrás de nossos direitos nunca iremos conseguir nada, pelo contrário, só iremos perder tempo com isso. E, ao invés disso, posso muito bem ir atrás de ocupar meu tempo estudando em casa ou acompanhando o médico que é amigo de meu pai. Mas será que essa é a conduta a se tomar?
O que temos em mente é que a formação de um é a formação de todos, e estamos inseridos dentro de um contexto social, cultural, econômico e assim vai, no qual o prejuízo na formação de um prejudicará a formação e talvez a vida de todos, pois não muito raramente aquele colega de sala que se prejudicou em uma aula de pediatria (não querendo dizer que a disciplina de pediatria nos dá uma má formação, mas simplesmente a tomando como exemplo) pode ser o médico que vai atender meu filho em uma emergência daqui a dez anos.
Mas tudo bem, temos que fazer alguma coisa para melhorar nosso curso, ou pelo menos alguém tem que fazer alguma coisa para isso, mas quem? E é justamente nessa pergunta que queremos frisar nosso discurso. Esse QUEM é todos nós, pois muito ao contrário do que muitos dizem, não é o “CANECA” que deve resolver tal coisa, não é simplesmente o “CANECA” quem deve tomar as rédeas da universidade e trilhar os caminhos de todos os estudantes, porque o “CANECA” não é um ser, com desejos e pensamentos, mas sim uma instituição, um meio, uma representação, um nome, na qual TODOS os estudantes devem se inserir e, como está previsto em seu próprio estatuto, participar, dar opiniões e votar nelas. Este é justamente um dos objetivos que queremos atingir durante essa gestão, o de descaracterizar a figura do “CANECA” como esse ser com desejos e pensamentos ou simplesmente a personificação da entidade na figura de poucos, mas sim queremos mostrar que, mais uma vez, TODOS os estudantes do Curso de Medicina da UFRN fazem parte dela, que todos devem lutar juntos pelos seus direitos (e leiam-se seus direitos como os direitos de todos), que devemos ter a consciência de que ir atrás de nossos objetivos e ideais não deve ser simplesmente em vão.
É trabalhoso? É sim! Vamos quebrar nossas caras? Vamos sim, e várias vezes! Mas com certeza valerá a pena. E, além disso, temos que ter em mente que uma universidade é feita PARA estudantes, não importa o motivo que cada um tenha em sua mente (se é para servir à sociedade após a formatura, se é para eu ter minha vida depois, se é para satisfação pessoal, se é para ter um status), TUDO o que uma universidade oferece é para a nossa educação e se não formos atrás disso ninguém mais irá, pois a população do lado de fora que também é beneficiada pela nossa formação não faz idéia das dificuldades que enfrentamos, nem muito menos de como reinvidicar pelos nossos direitos e pelos deles.
O grande motivo de estarmos publicando essa “carta aberta” é o de que não queremos simplesmente colar em um quadro propostas da gestão e esperar nos elegermos para pôr, talvez e muito dificilmente, em prática tudo o que nos comprometemos a fazer, mas sim queremos mostrar que estamos dispostos a ir atrás de nossos direitos e de buscar soluções para nossos problemas, mas com isso contamos com a ajuda de todas as pessoas que fazem parte do nosso curso.
A chapa, como visto em e-mails anteriores, está composta apenas por 16 pessoas (número bem inferior a de anos anteriores, em que a chapa com o menor número de pessoas tinha 25) e, infelizmente, não conseguimos colocar alguém dentro de uma de nossas mais importantes coordenações, a Sócio-Cultural. Além disso, a maioria dessas pessoas se encontra entre o 5° e o 6° períodos do curso. Como poderemos, por ventura, vir a saber de um problema que se passa com os 7° e 8° períodos, por exemplo, se, além de não termos nenhum integrante da gestão que esteja nesses períodos, ninguém vem ao centro acadêmico discutir a problemática? Por isso, dessa vez é mais que importante que todos façam parte desse centro acadêmico.
Ao pensarmos no nome da chapa como “CONSTRUÇÃO”, queremos com isso mostrar dois pontos de vista a respeito do nome. O nome, como muitos já devem ter percebido, foi inspirado na música de Chico Buarque e com isso queremos que a chapa em si tenha o espírito do significado poético da sua letra. Mas, além disso, almejamos que todos enxerguem o significado literário da palavra “CONTRUÇÃO”, para que tenhamos embutido em nós esse espírito de construir, não apenas um novo CANECA, mas sim um novo curso, uma nova mentalidade e, quem sabe, uma nova sociedade.
Isso dito, esperamos que todos reflitam tais palavras e os convidamos a votarem no dia 13 de outubro na chapa “Construção” para a nova gestão do Centro Acadêmico de medicina Nelson Chaves.
Saudações!!!
Chapa “Construção”
COORDENAÇÃO GERAL
Augusto Passos – 5° período
Pâmera Medeiros – 5° período
SECRETARIA GERAL
Alice Gagliuff – 6° período
COORDENAÇÃO FINANCEIRA
Rafael Góis – 6° período
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO MÉDICA E POLÍTICAS DA SAÚDE
Henrique Gonçalves – 10° período
Mirna Gurjão – 6° período
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E EXENSÃO
Eduardo Teodoro – 1° período
Ferdinand Saraiva – 5° período
COORDENAÇÃO DE ESPORTES
Raimundo Vinícios – 6° período
COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
Hugo Sailly – 4° período
Jocélio Ramalho – 5° período
Miguel Rogério – 6° período
Raniere Luna – 6° período
Raphael Dantas – 4° período
COORDENAÇÃO INTERNACIONAL
Hugo Cabral – 2° período
Lais Izabel – 5° período
sábado, 10 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Monitoria do Laboratório de Habilidades
As monitorias ocorrerão segundas e quartas de 11:30 às 13:00horas, obedecendo o calendário enviado para os emails das turmas. Os dias em vermelho, por motivo claro, não terá monitoria.
O máximo será de 06 alunos/dia, de modo que se distribuirão equitativamente, 03 por monitor.
Os agendamentos deverão ocorrer da seguinte forma: os alunos deverão ligar (fone: 3215-4257)para o Laboratório de Habilidades (LH), falar com Cristina (secretária) e agendar o dia de interesse, correspondente à semana corrente ou a seguinte. A participação será possível de acordo com a disponibilidade de vagas. Caso da impossibilidade do comparecimento, por favor, cancelar com antecedência.
Qualquer dúvida, mandem-nos um e-mail!
Agradecemos desde já!
Laboratório de Habilidades Clínicas + Grupo PET medicina UFRN
O máximo será de 06 alunos/dia, de modo que se distribuirão equitativamente, 03 por monitor.
Os agendamentos deverão ocorrer da seguinte forma: os alunos deverão ligar (fone: 3215-4257)para o Laboratório de Habilidades (LH), falar com Cristina (secretária) e agendar o dia de interesse, correspondente à semana corrente ou a seguinte. A participação será possível de acordo com a disponibilidade de vagas. Caso da impossibilidade do comparecimento, por favor, cancelar com antecedência.
Qualquer dúvida, mandem-nos um e-mail!
Agradecemos desde já!
Laboratório de Habilidades Clínicas + Grupo PET medicina UFRN
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
I Congresso da Liga Contra o Câncer
Prezados Senhores,
Informamos a publicação do site do I Congresso da Liga Contra o Câncer, acontece nos próximos dias 26, 27 e 28 de novembro, no hotel Pestana Natal Beach Resort, na Via Costeira, em Natal. Serão três dias de palestras, mini-cursos e outras atividades voltadas a profissionais da saúde e áreas correlacionadas ao tratamento oncológico.
Link de acesso: http://www.congressodaliga.com.br
Atenciosamente,
A Coordenação do Congresso
Informamos a publicação do site do I Congresso da Liga Contra o Câncer, acontece nos próximos dias 26, 27 e 28 de novembro, no hotel Pestana Natal Beach Resort, na Via Costeira, em Natal. Serão três dias de palestras, mini-cursos e outras atividades voltadas a profissionais da saúde e áreas correlacionadas ao tratamento oncológico.
Link de acesso: http://www.congressodaliga.com.br
Atenciosamente,
A Coordenação do Congresso
domingo, 20 de setembro de 2009
ELEIÇÕES DO CANECA
Venho por meio deste, na qualidade de membro da comissao eleitoral, divulgar que o processo de inscrição de chapas para a eleição do CANECA se encerrou, tendo se inscrito uma única chapa, nomeada pela comissão eleitoral como chapa 01, a saber:
Chapa 01 - Construção
COORDENAÇÃO GERAL
Augusto Passos – 5° período
Pâmera Medeiros – 5° período
SECRETARIA GERAL
Alice Gagliuffi – 6° período
COORDENAÇÃO FINANCEIRA
Rafael Góis – 6° período
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO MÉDICA E POLÍTICAS DA SAÚDE
Henrique Gonçalves – 10° período
Mirna Gurjão – 6° período
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E EXENSÃO
Eduardo Teodoro – 1° período
Ferdinand Saraiva – 5° período
COORDENAÇÃO DE ESPORTES
Raimundo Vinícios – 6° período
COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
Hugo Sailly – 4° período
Jocélio Ramalho – 5° período
Miguel Rogério – 6° período
Raniere Luna – 6° período
Raphael Dantas – 4° período
COORDENAÇÃO INTERNACIONAL
Hugo Cabral – 2° período
Lais Izabel – 5° período
Declaro aberto o período de campanha. Reiterando, as eleições serão dia 13/10 com urnas no CB e no CCS. As cédulas conterão as opções "Chapa 01", "Voto em Branco". Os votos com duas marcações ou com marcação ilegível serão considerados anulados.
Solicito que @s colegas ajudem na divulgação, enviando para seus emails de grupo.
Grato a tod@s,
José Medeiros do Nascimento Filho
Presidente da Comissão Eleitoral - Eleições CANECA 2009/2010
Chapa 01 - Construção
COORDENAÇÃO GERAL
Augusto Passos – 5° período
Pâmera Medeiros – 5° período
SECRETARIA GERAL
Alice Gagliuffi – 6° período
COORDENAÇÃO FINANCEIRA
Rafael Góis – 6° período
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO MÉDICA E POLÍTICAS DA SAÚDE
Henrique Gonçalves – 10° período
Mirna Gurjão – 6° período
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E EXENSÃO
Eduardo Teodoro – 1° período
Ferdinand Saraiva – 5° período
COORDENAÇÃO DE ESPORTES
Raimundo Vinícios – 6° período
COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
Hugo Sailly – 4° período
Jocélio Ramalho – 5° período
Miguel Rogério – 6° período
Raniere Luna – 6° período
Raphael Dantas – 4° período
COORDENAÇÃO INTERNACIONAL
Hugo Cabral – 2° período
Lais Izabel – 5° período
Declaro aberto o período de campanha. Reiterando, as eleições serão dia 13/10 com urnas no CB e no CCS. As cédulas conterão as opções "Chapa 01", "Voto em Branco". Os votos com duas marcações ou com marcação ilegível serão considerados anulados.
Solicito que @s colegas ajudem na divulgação, enviando para seus emails de grupo.
Grato a tod@s,
José Medeiros do Nascimento Filho
Presidente da Comissão Eleitoral - Eleições CANECA 2009/2010
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
É pra se orgulhar da UFRN!!!
Saiu mais uma reportagem divulgando ranking das universidades.
Segundo os sites divulgados nesse tópico, a USP é a 38ª melhor universidade
do mundo e primeira na América Latina.
P/ nós da UFRN há uma ótima novidade: saltamos de 27ª p/ 18ª da América
Latina, de 14ª p/ 11ª do Brasil e primeira no Nordeste, imediatamente à frente
da UFBA e à frente das demais boas Universidades do Nordeste e naturalmente, do Brasil.
No mundo, estamos entre as primeiras 500 em uma classificação de 6000, ocupamos a 419ª colocação.
Esse ranking é alterado 2 vezes ao ano.
Confiram os rankings:
Mundial
http://www.webometrics.info/top6000.asp?offset=400
America Latina
http://www.webometrics.info/top200_latinamerica.asp
Segundo os sites divulgados nesse tópico, a USP é a 38ª melhor universidade
do mundo e primeira na América Latina.
P/ nós da UFRN há uma ótima novidade: saltamos de 27ª p/ 18ª da América
Latina, de 14ª p/ 11ª do Brasil e primeira no Nordeste, imediatamente à frente
da UFBA e à frente das demais boas Universidades do Nordeste e naturalmente, do Brasil.
No mundo, estamos entre as primeiras 500 em uma classificação de 6000, ocupamos a 419ª colocação.
Esse ranking é alterado 2 vezes ao ano.
Confiram os rankings:
Mundial
http://www.webometrics.info/top6000.asp?offset=400
America Latina
http://www.webometrics.info/top200_latinamerica.asp
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Ato médico é aprovado na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados
Dirigentes da FENAM, AMB e do CFM comemoram a aprovação do projeto do Ato Médico na Comissão de Trabalho
19/08/2009
O Projeto de Lei 7703/06, que define a área de atuação, as atividades privativas e os cargos privativos dos médicos, conhecido como projeto do Ato Médico, foi aprovado nesta quarta-feira, 19/08, pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados. Depois de muita discussão, o substitutivo do deputado Edinho Bez (PMDB/SC), favorável à proposta de regulamentação da atividade médica, recebeu a aprovação dos parlamentares.
Edinho Bez comemorou a decisão: "Estou satisfeito e feliz porque houve a compreensão dos deputados com a nossa luta. A votação foi um sucesso e prevaleceu o consenso e o bom senso".
Outro deputado que celebrou a aprovação da proposta foi José Carlos Aleluia (DEM/BA), membro da Comissão. Ele destacou a importância do projeto e disse que outros profissionais querem, sem o preparo, sem o conhecimento, sem a qualificação, exercer o papel dos médicos. "Isso só iria prejudicar a mim, a você e a todo mundo", acentuou Aleluia.
"Ganham os médicos com a regulamentação profissional e ganha a sociedade brasileira. Penso que nós estamos criando reais condições e marcos do exercício legal da medicina. Com isso, estamos qualificando o acesso à saúde neste país e, consequentemente, criando condições para que o respeito à vida se dê na amplitude que a sociedade merece", celebrou o 2º vice-presidente da FENAM, Eduardo Santana, presente na votação.
"Acho que a categoria médica vem conseguindo definir e clarear o que é o ato médico. Definição necessária não só para os médicos, mas para a sociedade e para os consumidores. Nós esperamos que o projeto tenha o mesmo sucesso nas próximas comissões e seja aprovado e sancionado, sem necessariamente levar prejuízo às outras categorias", assinalou o diretor de Saúde Suplementar da FENAM, Mario Ferrari, que também acompanhou a votação na Câmara.
O secretário de Saúde Suplementar, Márcio Costa Bichara, o diretor de Assuntos Jurídicos, José Roberto Murisset, e o representante da Federação na Comissão do Ato Médico, Marlonei Silveira dos Santos, também participaram da votação pela FENAM.
Acordo
Antes mesmo do início da sessão, o clima já era de intenso debate. A proposta inicial era retirar o projeto de pauta. No entanto, os deputados contrários à proposição se reuniram na sala da presidência para tentar fechar um acordo.
A deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) e os demais parlamentares que não eram favoráveis ao PL propuseram duas alterações no projeto. A primeira seria incluir que as avaliações psicomotoras não são atividades privativas dos médicos. A segunda proposta era retirar a expressão "sem emissão de diagnóstico nosológico" para a realização dos exames citopatológicos e seus respectivos laudos, como atividades que se excetuam do rol de atribuições privativas do médico. Depois disso, os integrantes da Comissão chegaram a um consenso e aprovaram o projeto.
"Acredito que vivemos um momento histórico, porque todas as categorias chegaram a um consenso", afirmou Vanessa Grazziotin. Apenas o deputado Lobby Neto (PSDB-SP) foi contrário ao acordo
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, agora terá de ser analisado pela Comissão de Educação e Cultura.
Em: http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/386452
19/08/2009
O Projeto de Lei 7703/06, que define a área de atuação, as atividades privativas e os cargos privativos dos médicos, conhecido como projeto do Ato Médico, foi aprovado nesta quarta-feira, 19/08, pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados. Depois de muita discussão, o substitutivo do deputado Edinho Bez (PMDB/SC), favorável à proposta de regulamentação da atividade médica, recebeu a aprovação dos parlamentares.
Edinho Bez comemorou a decisão: "Estou satisfeito e feliz porque houve a compreensão dos deputados com a nossa luta. A votação foi um sucesso e prevaleceu o consenso e o bom senso".
Outro deputado que celebrou a aprovação da proposta foi José Carlos Aleluia (DEM/BA), membro da Comissão. Ele destacou a importância do projeto e disse que outros profissionais querem, sem o preparo, sem o conhecimento, sem a qualificação, exercer o papel dos médicos. "Isso só iria prejudicar a mim, a você e a todo mundo", acentuou Aleluia.
"Ganham os médicos com a regulamentação profissional e ganha a sociedade brasileira. Penso que nós estamos criando reais condições e marcos do exercício legal da medicina. Com isso, estamos qualificando o acesso à saúde neste país e, consequentemente, criando condições para que o respeito à vida se dê na amplitude que a sociedade merece", celebrou o 2º vice-presidente da FENAM, Eduardo Santana, presente na votação.
"Acho que a categoria médica vem conseguindo definir e clarear o que é o ato médico. Definição necessária não só para os médicos, mas para a sociedade e para os consumidores. Nós esperamos que o projeto tenha o mesmo sucesso nas próximas comissões e seja aprovado e sancionado, sem necessariamente levar prejuízo às outras categorias", assinalou o diretor de Saúde Suplementar da FENAM, Mario Ferrari, que também acompanhou a votação na Câmara.
O secretário de Saúde Suplementar, Márcio Costa Bichara, o diretor de Assuntos Jurídicos, José Roberto Murisset, e o representante da Federação na Comissão do Ato Médico, Marlonei Silveira dos Santos, também participaram da votação pela FENAM.
Acordo
Antes mesmo do início da sessão, o clima já era de intenso debate. A proposta inicial era retirar o projeto de pauta. No entanto, os deputados contrários à proposição se reuniram na sala da presidência para tentar fechar um acordo.
A deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) e os demais parlamentares que não eram favoráveis ao PL propuseram duas alterações no projeto. A primeira seria incluir que as avaliações psicomotoras não são atividades privativas dos médicos. A segunda proposta era retirar a expressão "sem emissão de diagnóstico nosológico" para a realização dos exames citopatológicos e seus respectivos laudos, como atividades que se excetuam do rol de atribuições privativas do médico. Depois disso, os integrantes da Comissão chegaram a um consenso e aprovaram o projeto.
"Acredito que vivemos um momento histórico, porque todas as categorias chegaram a um consenso", afirmou Vanessa Grazziotin. Apenas o deputado Lobby Neto (PSDB-SP) foi contrário ao acordo
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, agora terá de ser analisado pela Comissão de Educação e Cultura.
Em: http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/386452
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
VI FONEM - Edital de Seleção de Trabalhos - Inscrições Prorrogadas
Caros alunos,
O VI Fórum dos Estudantes de Medicina (FONEM), com o intuito de incentivar a produção científica dos Estudantes de Medicina, encaminha o edital em anexo para a seleção dos trabalhos científicos a serem apresentados no evento. Os interessados deviam enviar um e-mail solicitando a ficha de inscrição para fonemufrn@gmail.com.
O prazo de inscrições foi prorrogado até o dia 13 de setembro! Fiquem atentos!
Confira o edital no email de sua turma ou entre em contato:
Milena Batista - 9415-7302 - milenabats@hotmail.com
Ferdinand Saraiva - 9908-0181 - fgsaraivamaia@hotmail.com
Rafael Góis - 9975-9754 - goiscampos@oi.com.br
Atenciosamente,
Comissão Científica.
O VI Fórum dos Estudantes de Medicina (FONEM), com o intuito de incentivar a produção científica dos Estudantes de Medicina, encaminha o edital em anexo para a seleção dos trabalhos científicos a serem apresentados no evento. Os interessados deviam enviar um e-mail solicitando a ficha de inscrição para fonemufrn@gmail.com.
O prazo de inscrições foi prorrogado até o dia 13 de setembro! Fiquem atentos!
Confira o edital no email de sua turma ou entre em contato:
Milena Batista - 9415-7302 - milenabats@hotmail.com
Ferdinand Saraiva - 9908-0181 - fgsaraivamaia@hotmail.com
Rafael Góis - 9975-9754 - goiscampos@oi.com.br
Atenciosamente,
Comissão Científica.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Monitoria em Otorrinolaringologia e Atenção Básica
Concurso para monitoria em otorrinolaringologia e atenção básica.
O concurso, prova deverá ser realizado segundafeira das 11 as 11 e 40, no 5 sub solo. segunda feira dia 31 de agosto. Bolsas : 0.
Vagas sem bolsa 02.
Temas para a prova : tontura, cefaleia, epistaxe, surdez, corpo estranho.
Inscrições via sigaa somente.
O concurso, prova deverá ser realizado segundafeira das 11 as 11 e 40, no 5 sub solo. segunda feira dia 31 de agosto. Bolsas : 0.
Vagas sem bolsa 02.
Temas para a prova : tontura, cefaleia, epistaxe, surdez, corpo estranho.
Inscrições via sigaa somente.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Carta aberta do Centro Acadêmico Dr. Leão Sampaio sobre a abertura de novas escolas médicas
O Centro Acadêmico Dr. Leão Sampaio (CALS), entidade representativa do corpo estudantil do Curso de Medicina do Cariri – Universidade Federal do Ceará, vem manifestar, por meio desta, sua reprovação à abertura de novas escolas médicas públicas ou privadas no Estado do Ceará, corroborando posição anterior tomada em âmbito nacional pela Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM) e expressada também recentemente pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará. Sob argumentos sofismáticos da necessidade de expandir o ensino superior no país, de que faltam médicos no estado do Ceará e de que a população necessita de mais desses profissionais, querem justificar a abertura de novas escolas médicas privadas em Quixadá (Faculdade Católica Rainha do Sertão) e em Sobral (Faculdades INTA), esta última já anunciando em jornal de grande circulação no estado a contratação de professores, dando como certa sua abertura.
Ora, o Ceará já é o estado com o maior número absoluto de escolas médicas do Nordeste, que perfazem um total de sete. Estas, a partir de 2012, entregarão à sociedade mais de 640 novos médicos anualmente; isso significa que serão formados por ano mais do que 7,5% do número total de médicos existentes no estado atualmente. Em todo o Nordeste estão previstas - entre propagandas das faculdades e divulgações de visitas para credenciamento pelo MEC - mais dez novas escolas médicas.
Com efeito, segundo as estatísticas atualizadas do Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará - CREMEC (que podem ser acessadas emhttp://www.cremec. com.br), o Ceará possui atualmente 8380 médicos, sendo 6.483 só na capital. Como se vê, há uma concentração de médicos em Fortaleza, evidenciando o problema da concentração de médicos nas capitais, fenômeno que ocorre em todos os estados do país. Isso acontece devido às melhores condições de vida e de trabalho que as capitais são capazes de oferecer, condições estas que a maior parte das cidades interiorianas ainda não consegue oferecer para fixar o profissional médico. Essa realidade não mudará (mesmo aumentando o número de médicos no estado) enquanto, no interior, embora muitas vezes com salários melhores, o médico não tenha acesso à educação continuada, a serviços de saúde equipados para exercer a medicina com eficácia, a opções de lazer e cultura, não se interessando em trabalhar no interior.
Analisando a conjuntura nacional, até 1996, havia 84 cursos de medicina no país (60% públicos e 40% privados). Nos últimos 12 anos, esse número saltou para 176 e a proporção entre particulares e públicas se inverteu, pois, das 92 faculdades mais recentes a abrirem no país, 69 são privadas. Ressalte-se ainda que, de 1996 a 2008, abriram-se mais faculdades de medicina no Brasil que de 1808 a 1995. Essa forma de expansão do ensino superior, às custas de cursos pagos, só vem a beneficiar as parcelas da população que têm condições de pagar as caras mensalidades de um curso de medicina.
Não bastasse, esse “boom” de cursos médicos é usado ainda como argumento para a criação do exame de certificação para os estudantes egressos, a exemplo do exame de ordem do curso de direito, sob o pretexto de ter que proteger a população da falta de qualidade de alguns profissionais. Uma avaliação pontual, ranqueadora, que estimula a competição, mas não garante a qualidade da formação, ao contrário, joga para os alunos a total responsabilidade pelo seu aprendizado para posterior aprovação no exame.
Não será a abertura de novas faculdades no estado, por si só, que irá “interiorizar a medicina” ou garantir o acesso à saúde como um direito inalienável da população. Precisamos de médicos comprometidos com a construção de uma sociedade na perspectiva da emancipação humana e não simplesmente de um maior número de médicos. Assim, mais do que aumentar o número de médicos formados a cada ano, antes é preciso que lutemos pela garantia da qualidade da formação médica, este sim um fator preponderante para a qualidade da assistência prestada à população.
Centro Acadêmico Dr. Leão Sampaio – CALS
Gestão 2009 – União, luta e construção
GDT de Educação da Regional NE2 da DENEM
Ora, o Ceará já é o estado com o maior número absoluto de escolas médicas do Nordeste, que perfazem um total de sete. Estas, a partir de 2012, entregarão à sociedade mais de 640 novos médicos anualmente; isso significa que serão formados por ano mais do que 7,5% do número total de médicos existentes no estado atualmente. Em todo o Nordeste estão previstas - entre propagandas das faculdades e divulgações de visitas para credenciamento pelo MEC - mais dez novas escolas médicas.
Com efeito, segundo as estatísticas atualizadas do Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará - CREMEC (que podem ser acessadas emhttp://www.cremec. com.br), o Ceará possui atualmente 8380 médicos, sendo 6.483 só na capital. Como se vê, há uma concentração de médicos em Fortaleza, evidenciando o problema da concentração de médicos nas capitais, fenômeno que ocorre em todos os estados do país. Isso acontece devido às melhores condições de vida e de trabalho que as capitais são capazes de oferecer, condições estas que a maior parte das cidades interiorianas ainda não consegue oferecer para fixar o profissional médico. Essa realidade não mudará (mesmo aumentando o número de médicos no estado) enquanto, no interior, embora muitas vezes com salários melhores, o médico não tenha acesso à educação continuada, a serviços de saúde equipados para exercer a medicina com eficácia, a opções de lazer e cultura, não se interessando em trabalhar no interior.
Analisando a conjuntura nacional, até 1996, havia 84 cursos de medicina no país (60% públicos e 40% privados). Nos últimos 12 anos, esse número saltou para 176 e a proporção entre particulares e públicas se inverteu, pois, das 92 faculdades mais recentes a abrirem no país, 69 são privadas. Ressalte-se ainda que, de 1996 a 2008, abriram-se mais faculdades de medicina no Brasil que de 1808 a 1995. Essa forma de expansão do ensino superior, às custas de cursos pagos, só vem a beneficiar as parcelas da população que têm condições de pagar as caras mensalidades de um curso de medicina.
Não bastasse, esse “boom” de cursos médicos é usado ainda como argumento para a criação do exame de certificação para os estudantes egressos, a exemplo do exame de ordem do curso de direito, sob o pretexto de ter que proteger a população da falta de qualidade de alguns profissionais. Uma avaliação pontual, ranqueadora, que estimula a competição, mas não garante a qualidade da formação, ao contrário, joga para os alunos a total responsabilidade pelo seu aprendizado para posterior aprovação no exame.
Não será a abertura de novas faculdades no estado, por si só, que irá “interiorizar a medicina” ou garantir o acesso à saúde como um direito inalienável da população. Precisamos de médicos comprometidos com a construção de uma sociedade na perspectiva da emancipação humana e não simplesmente de um maior número de médicos. Assim, mais do que aumentar o número de médicos formados a cada ano, antes é preciso que lutemos pela garantia da qualidade da formação médica, este sim um fator preponderante para a qualidade da assistência prestada à população.
Centro Acadêmico Dr. Leão Sampaio – CALS
Gestão 2009 – União, luta e construção
GDT de Educação da Regional NE2 da DENEM
APÓS COMBATIVA MANIFESTAÇÃO ESTUDANTES OCUPAM REITORIA DA UNIR
Nesta manhã os estudantes e professores do curso de Medicina da UNIR, com o apoio do Diretório Central dos Estudantes, realizaram uma vitoriosa manifestação nas ruas de Porto Velho em repúdio ao ato administrativo do reitor Januário Amaral que culminou na entrada de mais cinco estudantes no curso de Medicina da UNIR por meio de um mandado de segurança que garantiu a matrícula destes estudantes além dos 40 matriculados regularmente.
Afora esta questão os estudantes reivindicam o atendimento prioritário nos campos de estágio em hospitais públicos, coisa que hoje os estudantes da UNIR da área da saúde enfrentam dificuldades em vista da concorrência com estudantes de faculdades privadas.
Os estudantes apontam também que são necessários mais 24 professores para completar o seu quadro de docentes do departamento conforme recomendação do Ministério da Educação após vistoria no Curso, além de transparência na implantação do Hospital Universitário.
Após a manifestação e da negativa do reitor Januário Amaral em realizar uma reunião os estudantes ocuparam as dependências do gabinete da reitoria e avisam que não sairão até que suas pautas de reivindicação sejam plenamente atendidas.
Até o dado momento, a UNIR por meio da sua vice-reitora Ivonete Tamboril confirmou a realização de uma reunião no gabinete da prefeitura municipal às 17:00 com o reitor Januário e o secretário municipal de saúde. Já a Secretaria Estadual de Saúde agendou oficialmente uma reunião para o dia 24, deste mês. Resta ainda a confirmação da Secretaria de Ensino Superior do MEC do agendamento de reunião com a comissão de estudantes e professores.
Afora esta questão os estudantes reivindicam o atendimento prioritário nos campos de estágio em hospitais públicos, coisa que hoje os estudantes da UNIR da área da saúde enfrentam dificuldades em vista da concorrência com estudantes de faculdades privadas.
Os estudantes apontam também que são necessários mais 24 professores para completar o seu quadro de docentes do departamento conforme recomendação do Ministério da Educação após vistoria no Curso, além de transparência na implantação do Hospital Universitário.
Após a manifestação e da negativa do reitor Januário Amaral em realizar uma reunião os estudantes ocuparam as dependências do gabinete da reitoria e avisam que não sairão até que suas pautas de reivindicação sejam plenamente atendidas.
Até o dado momento, a UNIR por meio da sua vice-reitora Ivonete Tamboril confirmou a realização de uma reunião no gabinete da prefeitura municipal às 17:00 com o reitor Januário e o secretário municipal de saúde. Já a Secretaria Estadual de Saúde agendou oficialmente uma reunião para o dia 24, deste mês. Resta ainda a confirmação da Secretaria de Ensino Superior do MEC do agendamento de reunião com a comissão de estudantes e professores.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
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