quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Sísifo apaixonado
Senti-me como um Sísifo: personagem que fora condenado, por Zeus, a incessantemente rolar uma pedra até o topo de uma montanha e quando já estava alcançando, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida e aí Sísifo tinha que retornar e iniciar tudo novamente... Os deuses sabiam que não havia nada mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança... Pois bem! Inútil e sem esperança, é assim que algumas vezes nos sentimos quando estamos ensinando. Como se não bastasse - como muito bem alertou meu querido mestre prof. Ernani Rosado, na minha formatura, que o professor universitário vivia sempre num emaranhado de leis, decretos e regulamentos, “plano de metas”, que só servem para lhe tolher e desestimular-, agora temos que conviver também com a indiferença de alguns alunos... e isso tem sido uma constante nos últimos anos.
Em março de 2010, faço 17 anos no ensino médico. Hoje, sem dúvida, me considero muito mais um professor do que propriamente um médico atuante, por entender que um professor – que é antes de tudo um médico - pode contribuir e muito para curar o maior de todos os males, responsável por todas as misérias, que é a ignorância da alma. Educar, para mim, “é saber lançar no chão fértil do outro – meu aluno, meu companheiro, alguém com quem dialogo: saberes, sonhos e valores – a semente que adiante faça germinar em sua inteligência e em seu coração o desejo de partilhar com os outros o diálogo da construção de um mundo de justiça, de igualdade e de liberdade”. Por isso, paro para pensar e me pergunto: “O que danado está acontecendo? Será que a culpa está em mim mesmo? Será que as minhas aulas são mes mo tediosas e não suscita interesse nenhum nos alunos? Por que será que as turmas estão cada vez mais interessadas apenas na residência médica, e aí o curso de medicina tornou-se um mero link, uma ponte ou o que é pior: um ‘apêndice’ – que espero que não seja infectado - dos cursos preparatórios para a residência médica? Qual o papel da família nisso tudo? Qual a parcela de culpa das escolas médicas? Enfim, como poderemos resolver esse quadro tenebroso que hora se pinta com tintas de muito mau gosto?”
Certa vez, Paulo Freire, disse: “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão”. Portanto, que todos os atores – afinal, “O mundo inteiro é um palco, e todos os homens e mulheres, apenas atores” - juntos, busquem as soluções para se libertarem dessa situação, que não é benéfica para ninguém: a sociedade não suporta mais esta medicina que está sendo oferecida a ela e, por isso, não é de se estranhar o número absurdo de processos por erros médicos, abarrotando os tribunais do CRM e da justiça comum do País.
É preciso que paremos todos: escola, professores, pais, alunos, conselhos de medicina, sociedade, etc. etc, enfim, todos, para refletirmos. E aqui, ficam algumas sugestões: Que a escola pare de criar tantas dificuldades para os professores sonharem...; que os professores reencontrem “o caminho da paixão do começo”, pois quando a gente perde este caminho, o caminho da paixão - e nada de grande se faz sem paixão, sem amor, como dizia Kierkegaard – “perdemos o entusiasmo, perdemos a vontade de empreender, de inovar, de criar coisas novas, de nos reinventar. E sem tudo isso, a vida torna-se uma rotina desestimulante. Começamos a andar para trás e a acomodação pessimista toma conta de nosso dia-a-dia”; que os pais voltem a educar e cuidar melhor dos seus filhos, procurando saber se eles estão felizes com a escolha que fizeram...; que os alunos (não são todos, ainda bem) comecem a enxergar que não estão mais num cursinho pré-vestibular e sim, a caminho de uma profissão das mais bela, difícil e importante que é a medicina, que é o cuidar do outro.
Se somos seres a caminho, em busca, como lembra Paulo Freire, cabe agora fazer a seguinte pergunta – pois só ela, pode apontar um caminho para frente: “Quem dará o primeiro passo em busca dessas soluções? Quem?!”. Por favor, respondam logo, afinal, preciso acreditar que deixarei um mundo melhor para o meu Lucas...
Francisco Edilson Leite Pinto Junior
Professor, médico e escritor (edilsonpinto@uol.com.br)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Eleições para o CANECA
amanhã terá eleições para a gestão 2009-2010 do Centro Acadêmico Nelson Chaves - CANECA - UFRN. Haverá uma urna no 5° subsolo do HUOL durante a manhã e a tarde assim como outra no CB também durante a manhã e a tarde. Em cada local de inscrição, terá uma lista com os nomes de todos os alunos matriculados no nosso curso, para que o eleitor assine em seu nome e pegue a cédula para votar na chapa "Construção" ou nulo.
Contamos com a participação de todos!!!
atenciosamente,
CANECA - Centro Acadêmico Nelson Chaves
domingo, 11 de outubro de 2009
CANDIDATURA DA CHAPA “CONSTRUÇÃO” À GESTÃO 2009-2010 DO CANECA
Um dos grandes problemas que o centro acadêmico do curso de medicina da UFRN sofre, e que se agravou bastante nos últimos semestres, é a questão do esvaziamento. Falando de esvaziamento não queremos nos restringir apenas à questão da falta de pessoas nas velhas reuniões das quintas-feiras à tarde, nas quais se verificou, na maioria das vezes desse ano, a presença de não mais que três pessoas. Mas também, a falta de estudantes atuando nas questões de seu interesse dentro do curso.
O que queremos dizer com isso é que muitas vezes o estudante se depara com um problema dentro do nosso curso, reclama e simplesmente deixa para lá, perpetuando a velha cultura do brasileiro de que se formos atrás de nossos direitos nunca iremos conseguir nada, pelo contrário, só iremos perder tempo com isso. E, ao invés disso, posso muito bem ir atrás de ocupar meu tempo estudando em casa ou acompanhando o médico que é amigo de meu pai. Mas será que essa é a conduta a se tomar?
O que temos em mente é que a formação de um é a formação de todos, e estamos inseridos dentro de um contexto social, cultural, econômico e assim vai, no qual o prejuízo na formação de um prejudicará a formação e talvez a vida de todos, pois não muito raramente aquele colega de sala que se prejudicou em uma aula de pediatria (não querendo dizer que a disciplina de pediatria nos dá uma má formação, mas simplesmente a tomando como exemplo) pode ser o médico que vai atender meu filho em uma emergência daqui a dez anos.
Mas tudo bem, temos que fazer alguma coisa para melhorar nosso curso, ou pelo menos alguém tem que fazer alguma coisa para isso, mas quem? E é justamente nessa pergunta que queremos frisar nosso discurso. Esse QUEM é todos nós, pois muito ao contrário do que muitos dizem, não é o “CANECA” que deve resolver tal coisa, não é simplesmente o “CANECA” quem deve tomar as rédeas da universidade e trilhar os caminhos de todos os estudantes, porque o “CANECA” não é um ser, com desejos e pensamentos, mas sim uma instituição, um meio, uma representação, um nome, na qual TODOS os estudantes devem se inserir e, como está previsto em seu próprio estatuto, participar, dar opiniões e votar nelas. Este é justamente um dos objetivos que queremos atingir durante essa gestão, o de descaracterizar a figura do “CANECA” como esse ser com desejos e pensamentos ou simplesmente a personificação da entidade na figura de poucos, mas sim queremos mostrar que, mais uma vez, TODOS os estudantes do Curso de Medicina da UFRN fazem parte dela, que todos devem lutar juntos pelos seus direitos (e leiam-se seus direitos como os direitos de todos), que devemos ter a consciência de que ir atrás de nossos objetivos e ideais não deve ser simplesmente em vão.
É trabalhoso? É sim! Vamos quebrar nossas caras? Vamos sim, e várias vezes! Mas com certeza valerá a pena. E, além disso, temos que ter em mente que uma universidade é feita PARA estudantes, não importa o motivo que cada um tenha em sua mente (se é para servir à sociedade após a formatura, se é para eu ter minha vida depois, se é para satisfação pessoal, se é para ter um status), TUDO o que uma universidade oferece é para a nossa educação e se não formos atrás disso ninguém mais irá, pois a população do lado de fora que também é beneficiada pela nossa formação não faz idéia das dificuldades que enfrentamos, nem muito menos de como reinvidicar pelos nossos direitos e pelos deles.
O grande motivo de estarmos publicando essa “carta aberta” é o de que não queremos simplesmente colar em um quadro propostas da gestão e esperar nos elegermos para pôr, talvez e muito dificilmente, em prática tudo o que nos comprometemos a fazer, mas sim queremos mostrar que estamos dispostos a ir atrás de nossos direitos e de buscar soluções para nossos problemas, mas com isso contamos com a ajuda de todas as pessoas que fazem parte do nosso curso.
A chapa, como visto em e-mails anteriores, está composta apenas por 16 pessoas (número bem inferior a de anos anteriores, em que a chapa com o menor número de pessoas tinha 25) e, infelizmente, não conseguimos colocar alguém dentro de uma de nossas mais importantes coordenações, a Sócio-Cultural. Além disso, a maioria dessas pessoas se encontra entre o 5° e o 6° períodos do curso. Como poderemos, por ventura, vir a saber de um problema que se passa com os 7° e 8° períodos, por exemplo, se, além de não termos nenhum integrante da gestão que esteja nesses períodos, ninguém vem ao centro acadêmico discutir a problemática? Por isso, dessa vez é mais que importante que todos façam parte desse centro acadêmico.
Ao pensarmos no nome da chapa como “CONSTRUÇÃO”, queremos com isso mostrar dois pontos de vista a respeito do nome. O nome, como muitos já devem ter percebido, foi inspirado na música de Chico Buarque e com isso queremos que a chapa em si tenha o espírito do significado poético da sua letra. Mas, além disso, almejamos que todos enxerguem o significado literário da palavra “CONTRUÇÃO”, para que tenhamos embutido em nós esse espírito de construir, não apenas um novo CANECA, mas sim um novo curso, uma nova mentalidade e, quem sabe, uma nova sociedade.
Isso dito, esperamos que todos reflitam tais palavras e os convidamos a votarem no dia 13 de outubro na chapa “Construção” para a nova gestão do Centro Acadêmico de medicina Nelson Chaves.
Saudações!!!
Chapa “Construção”
COORDENAÇÃO GERAL
Augusto Passos – 5° período
Pâmera Medeiros – 5° período
SECRETARIA GERAL
Alice Gagliuff – 6° período
COORDENAÇÃO FINANCEIRA
Rafael Góis – 6° período
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO MÉDICA E POLÍTICAS DA SAÚDE
Henrique Gonçalves – 10° período
Mirna Gurjão – 6° período
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E EXENSÃO
Eduardo Teodoro – 1° período
Ferdinand Saraiva – 5° período
COORDENAÇÃO DE ESPORTES
Raimundo Vinícios – 6° período
COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
Hugo Sailly – 4° período
Jocélio Ramalho – 5° período
Miguel Rogério – 6° período
Raniere Luna – 6° período
Raphael Dantas – 4° período
COORDENAÇÃO INTERNACIONAL
Hugo Cabral – 2° período
Lais Izabel – 5° período
sábado, 10 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Monitoria do Laboratório de Habilidades
O máximo será de 06 alunos/dia, de modo que se distribuirão equitativamente, 03 por monitor.
Os agendamentos deverão ocorrer da seguinte forma: os alunos deverão ligar (fone: 3215-4257)para o Laboratório de Habilidades (LH), falar com Cristina (secretária) e agendar o dia de interesse, correspondente à semana corrente ou a seguinte. A participação será possível de acordo com a disponibilidade de vagas. Caso da impossibilidade do comparecimento, por favor, cancelar com antecedência.
Qualquer dúvida, mandem-nos um e-mail!
Agradecemos desde já!
Laboratório de Habilidades Clínicas + Grupo PET medicina UFRN
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
I Congresso da Liga Contra o Câncer
Informamos a publicação do site do I Congresso da Liga Contra o Câncer, acontece nos próximos dias 26, 27 e 28 de novembro, no hotel Pestana Natal Beach Resort, na Via Costeira, em Natal. Serão três dias de palestras, mini-cursos e outras atividades voltadas a profissionais da saúde e áreas correlacionadas ao tratamento oncológico.
Link de acesso: http://www.congressodaliga.com.br
Atenciosamente,
A Coordenação do Congresso
domingo, 20 de setembro de 2009
ELEIÇÕES DO CANECA
Chapa 01 - Construção
COORDENAÇÃO GERAL
Augusto Passos – 5° período
Pâmera Medeiros – 5° período
SECRETARIA GERAL
Alice Gagliuffi – 6° período
COORDENAÇÃO FINANCEIRA
Rafael Góis – 6° período
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO MÉDICA E POLÍTICAS DA SAÚDE
Henrique Gonçalves – 10° período
Mirna Gurjão – 6° período
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E EXENSÃO
Eduardo Teodoro – 1° período
Ferdinand Saraiva – 5° período
COORDENAÇÃO DE ESPORTES
Raimundo Vinícios – 6° período
COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
Hugo Sailly – 4° período
Jocélio Ramalho – 5° período
Miguel Rogério – 6° período
Raniere Luna – 6° período
Raphael Dantas – 4° período
COORDENAÇÃO INTERNACIONAL
Hugo Cabral – 2° período
Lais Izabel – 5° período
Declaro aberto o período de campanha. Reiterando, as eleições serão dia 13/10 com urnas no CB e no CCS. As cédulas conterão as opções "Chapa 01", "Voto em Branco". Os votos com duas marcações ou com marcação ilegível serão considerados anulados.
Solicito que @s colegas ajudem na divulgação, enviando para seus emails de grupo.
Grato a tod@s,
José Medeiros do Nascimento Filho
Presidente da Comissão Eleitoral - Eleições CANECA 2009/2010
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
É pra se orgulhar da UFRN!!!
Segundo os sites divulgados nesse tópico, a USP é a 38ª melhor universidade
do mundo e primeira na América Latina.
P/ nós da UFRN há uma ótima novidade: saltamos de 27ª p/ 18ª da América
Latina, de 14ª p/ 11ª do Brasil e primeira no Nordeste, imediatamente à frente
da UFBA e à frente das demais boas Universidades do Nordeste e naturalmente, do Brasil.
No mundo, estamos entre as primeiras 500 em uma classificação de 6000, ocupamos a 419ª colocação.
Esse ranking é alterado 2 vezes ao ano.
Confiram os rankings:
Mundial
http://www.webometrics.info/top6000.asp?offset=400
America Latina
http://www.webometrics.info/top200_latinamerica.asp
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Ato médico é aprovado na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados
19/08/2009
O Projeto de Lei 7703/06, que define a área de atuação, as atividades privativas e os cargos privativos dos médicos, conhecido como projeto do Ato Médico, foi aprovado nesta quarta-feira, 19/08, pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados. Depois de muita discussão, o substitutivo do deputado Edinho Bez (PMDB/SC), favorável à proposta de regulamentação da atividade médica, recebeu a aprovação dos parlamentares.
Edinho Bez comemorou a decisão: "Estou satisfeito e feliz porque houve a compreensão dos deputados com a nossa luta. A votação foi um sucesso e prevaleceu o consenso e o bom senso".
Outro deputado que celebrou a aprovação da proposta foi José Carlos Aleluia (DEM/BA), membro da Comissão. Ele destacou a importância do projeto e disse que outros profissionais querem, sem o preparo, sem o conhecimento, sem a qualificação, exercer o papel dos médicos. "Isso só iria prejudicar a mim, a você e a todo mundo", acentuou Aleluia.
"Ganham os médicos com a regulamentação profissional e ganha a sociedade brasileira. Penso que nós estamos criando reais condições e marcos do exercício legal da medicina. Com isso, estamos qualificando o acesso à saúde neste país e, consequentemente, criando condições para que o respeito à vida se dê na amplitude que a sociedade merece", celebrou o 2º vice-presidente da FENAM, Eduardo Santana, presente na votação.
"Acho que a categoria médica vem conseguindo definir e clarear o que é o ato médico. Definição necessária não só para os médicos, mas para a sociedade e para os consumidores. Nós esperamos que o projeto tenha o mesmo sucesso nas próximas comissões e seja aprovado e sancionado, sem necessariamente levar prejuízo às outras categorias", assinalou o diretor de Saúde Suplementar da FENAM, Mario Ferrari, que também acompanhou a votação na Câmara.
O secretário de Saúde Suplementar, Márcio Costa Bichara, o diretor de Assuntos Jurídicos, José Roberto Murisset, e o representante da Federação na Comissão do Ato Médico, Marlonei Silveira dos Santos, também participaram da votação pela FENAM.
Acordo
Antes mesmo do início da sessão, o clima já era de intenso debate. A proposta inicial era retirar o projeto de pauta. No entanto, os deputados contrários à proposição se reuniram na sala da presidência para tentar fechar um acordo.
A deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) e os demais parlamentares que não eram favoráveis ao PL propuseram duas alterações no projeto. A primeira seria incluir que as avaliações psicomotoras não são atividades privativas dos médicos. A segunda proposta era retirar a expressão "sem emissão de diagnóstico nosológico" para a realização dos exames citopatológicos e seus respectivos laudos, como atividades que se excetuam do rol de atribuições privativas do médico. Depois disso, os integrantes da Comissão chegaram a um consenso e aprovaram o projeto.
"Acredito que vivemos um momento histórico, porque todas as categorias chegaram a um consenso", afirmou Vanessa Grazziotin. Apenas o deputado Lobby Neto (PSDB-SP) foi contrário ao acordo
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, agora terá de ser analisado pela Comissão de Educação e Cultura.
Em: http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/386452
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
VI FONEM - Edital de Seleção de Trabalhos - Inscrições Prorrogadas
O VI Fórum dos Estudantes de Medicina (FONEM), com o intuito de incentivar a produção científica dos Estudantes de Medicina, encaminha o edital em anexo para a seleção dos trabalhos científicos a serem apresentados no evento. Os interessados deviam enviar um e-mail solicitando a ficha de inscrição para fonemufrn@gmail.com.
O prazo de inscrições foi prorrogado até o dia 13 de setembro! Fiquem atentos!
Confira o edital no email de sua turma ou entre em contato:
Milena Batista - 9415-7302 - milenabats@hotmail.com
Ferdinand Saraiva - 9908-0181 - fgsaraivamaia@hotmail.com
Rafael Góis - 9975-9754 - goiscampos@oi.com.br
Atenciosamente,
Comissão Científica.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Monitoria em Otorrinolaringologia e Atenção Básica
O concurso, prova deverá ser realizado segundafeira das 11 as 11 e 40, no 5 sub solo. segunda feira dia 31 de agosto. Bolsas : 0.
Vagas sem bolsa 02.
Temas para a prova : tontura, cefaleia, epistaxe, surdez, corpo estranho.
Inscrições via sigaa somente.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Carta aberta do Centro Acadêmico Dr. Leão Sampaio sobre a abertura de novas escolas médicas
Ora, o Ceará já é o estado com o maior número absoluto de escolas médicas do Nordeste, que perfazem um total de sete. Estas, a partir de 2012, entregarão à sociedade mais de 640 novos médicos anualmente; isso significa que serão formados por ano mais do que 7,5% do número total de médicos existentes no estado atualmente. Em todo o Nordeste estão previstas - entre propagandas das faculdades e divulgações de visitas para credenciamento pelo MEC - mais dez novas escolas médicas.
Com efeito, segundo as estatísticas atualizadas do Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará - CREMEC (que podem ser acessadas emhttp://www.cremec. com.br), o Ceará possui atualmente 8380 médicos, sendo 6.483 só na capital. Como se vê, há uma concentração de médicos em Fortaleza, evidenciando o problema da concentração de médicos nas capitais, fenômeno que ocorre em todos os estados do país. Isso acontece devido às melhores condições de vida e de trabalho que as capitais são capazes de oferecer, condições estas que a maior parte das cidades interiorianas ainda não consegue oferecer para fixar o profissional médico. Essa realidade não mudará (mesmo aumentando o número de médicos no estado) enquanto, no interior, embora muitas vezes com salários melhores, o médico não tenha acesso à educação continuada, a serviços de saúde equipados para exercer a medicina com eficácia, a opções de lazer e cultura, não se interessando em trabalhar no interior.
Analisando a conjuntura nacional, até 1996, havia 84 cursos de medicina no país (60% públicos e 40% privados). Nos últimos 12 anos, esse número saltou para 176 e a proporção entre particulares e públicas se inverteu, pois, das 92 faculdades mais recentes a abrirem no país, 69 são privadas. Ressalte-se ainda que, de 1996 a 2008, abriram-se mais faculdades de medicina no Brasil que de 1808 a 1995. Essa forma de expansão do ensino superior, às custas de cursos pagos, só vem a beneficiar as parcelas da população que têm condições de pagar as caras mensalidades de um curso de medicina.
Não bastasse, esse “boom” de cursos médicos é usado ainda como argumento para a criação do exame de certificação para os estudantes egressos, a exemplo do exame de ordem do curso de direito, sob o pretexto de ter que proteger a população da falta de qualidade de alguns profissionais. Uma avaliação pontual, ranqueadora, que estimula a competição, mas não garante a qualidade da formação, ao contrário, joga para os alunos a total responsabilidade pelo seu aprendizado para posterior aprovação no exame.
Não será a abertura de novas faculdades no estado, por si só, que irá “interiorizar a medicina” ou garantir o acesso à saúde como um direito inalienável da população. Precisamos de médicos comprometidos com a construção de uma sociedade na perspectiva da emancipação humana e não simplesmente de um maior número de médicos. Assim, mais do que aumentar o número de médicos formados a cada ano, antes é preciso que lutemos pela garantia da qualidade da formação médica, este sim um fator preponderante para a qualidade da assistência prestada à população.
Centro Acadêmico Dr. Leão Sampaio – CALS
Gestão 2009 – União, luta e construção
GDT de Educação da Regional NE2 da DENEM
APÓS COMBATIVA MANIFESTAÇÃO ESTUDANTES OCUPAM REITORIA DA UNIR
Afora esta questão os estudantes reivindicam o atendimento prioritário nos campos de estágio em hospitais públicos, coisa que hoje os estudantes da UNIR da área da saúde enfrentam dificuldades em vista da concorrência com estudantes de faculdades privadas.
Os estudantes apontam também que são necessários mais 24 professores para completar o seu quadro de docentes do departamento conforme recomendação do Ministério da Educação após vistoria no Curso, além de transparência na implantação do Hospital Universitário.
Após a manifestação e da negativa do reitor Januário Amaral em realizar uma reunião os estudantes ocuparam as dependências do gabinete da reitoria e avisam que não sairão até que suas pautas de reivindicação sejam plenamente atendidas.
Até o dado momento, a UNIR por meio da sua vice-reitora Ivonete Tamboril confirmou a realização de uma reunião no gabinete da prefeitura municipal às 17:00 com o reitor Januário e o secretário municipal de saúde. Já a Secretaria Estadual de Saúde agendou oficialmente uma reunião para o dia 24, deste mês. Resta ainda a confirmação da Secretaria de Ensino Superior do MEC do agendamento de reunião com a comissão de estudantes e professores.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Inscrições para a 6° Vivência em Saúde Mental
Esse ano a vivência terá como público alvo todos os alunos dos cursos da saúde.
A seleção constará de um comentário/redaçã o de no máximo 30 linhas sobre o tema da Saúde Mental. Serão 12 vagas ao todo, sendo 6 vagas para estudantes de medicina, 4 vagas para estudantes de quaisquer outros cursos da UFRN e 2 vagas para a regional Nordeste 2 da Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina. No caso de uma das 3 categorias listadas acima não ter suas vagas completamente preenchidas, haverá remanejamento de vagas entre as categorias privilegiando na seguinte ordem: 1 - estudantes de outros cursos da UFRN, 2 - estudantes de medicina da UFRN, 3 - estudantes da regional Nordeste 2 da DENEM). A vivência ocorre em Natal mesmo.
AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ DIA 27 DE JULHO
Como inspiração, o estudante deve assistir aos seguintes vídeos.
1. Tarso vê ratos da piscina
http://www.youtube. com/watch? v=yfGx3lRKowg
2. Manicomio Passado Presente (1989)
http://www.youtube. com/watch? v=kwTa7ztjAbY&feature=quicklist
Ainda devem enviar os dados pedidos na ficha em anexo. O arquivo com a redação e a ficha de inscrição devem ser enviados para os e-mails: camedufrn@gmail. com e mestresali@yahoo. com.br com o titulo da mensagem: "Vivência em Saúde Mental". Nao esquecer de preencher a ficha de inscrição que segue em anexo.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
III SIMPÓSIO DE DOENÇA DO NEURÔNIO MOTOR/ ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA
LOCAL: Associação médica
HORÁRIO: das 8h às 18h.
AS INSCRIÇÕES SERÃO GRÁTIS E FEITAS NA HORA.
PROGRAMAÇÃO
08h00min a 08h20min - Abertura: Descrição das atividades desenvolvidas no Centro de Referência DNM/ELA HUOL-UFRN Dr. Mário Emílio Teixeira Dourado Júnior
Módulo I –
08h20min a 08h40min - Conceito e critérios de diagnóstico da ELA - Dr. Fábio Melo - neurologista
1. 08h40mina 09h00min - Diagnóstico diferencial da ELA - Dr. Clécio Godeiro - neurologista
2. 09h00min a 09h20min – Etiopatogenia da ELA - Dr. Mario Emilio Dourado - neurologista
3. 09h20min a 09h50min – Síndrome Pós-Pólio – Atualizações - Dr. Abrahão Quadros - fisioterapeuta
4. 09h50min as 10h00min - Discussão
10h00min – 10h20min Intervalo
Módulo II
1. 10h20min - 10h40min – Avaliação da disartria na ELA - Fga. Valéria Xavier
2. 10h40min – 11h00min – Avaliação da capacidade vital forçada x SNIFF - Dr. Guilherme Fregonezi - fisioterapeuta
3. 11h00min – 11h20min – Auxílio à tosse Dr. Astênio D'Agosto - fisioterapeuta
4. 11h20min – 11h40min – Ventilação não invasiva - Paulo Roberto de Albuquerque - pneumologista
5. 11h40min – 12h00min - Discussão
12h00min – 14h00min oficinas práticas
• Critérios diagnósticos da ELA - Dr.Manoel Aguilar Residente de Neurlogia do HUOL
• Fisioterapia respiratória – BIPAP e assistência mecânica à tosse (“EMERSON”) Dr. Astênio D'Agosto
• Intervenções de enfermagem na ELA - Carla Pinheiro e Vivianne Rafaelle
• Intervenção nutricional - Equipe de Nutrição
• Avaliação e intervenção da fonoaudióloga - Valéria Xavier
• Intervenção da terapia ocupacional - Magaly Rocha
Módulo III
1. 14h00min – 14h20min – Nutrição na ELA - Dra. Lucia Leite
2. 14h20min – 14h40min – Qualidade de vida na ELA - Enfª Carla Pinheiro
3. 14h40min – 15h00min – Déficit cognitivo na ELA - Acd Psicologia Glauciane Santana
4. 15h00min – 15h20min – ABRELA – Assistente social - São Paulo - Élica Fernandes
5. 15h20min – 15h40min – Discussão
15h40min – 16h00min Intervalo
Módulo IV
1. 16h00min- 16h20min – Expectativas de tratamento - Células tronco e novos medicamentos - Dr.Mário Emílio
2. 16h20min – 16h40min – Resumo do Simpósio Brasileiro - Dra. Mª Lúcia Dourado
3. 16h40min – 17h00min – A família com ELA.— Sra. Jacir Leite
4. 17h00min – 18h00min – Debate: doenças neurodegenerativas, ética, direito a assistência e tratamento adequados, SUS.
Moderador: Mário Emílio T. Dourado Jr.
Debatedores
18h00min – Encerramento: Dr. Mário Emílio T. Dourado Jr.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Audiêcia Pública - Ouvidoria do SUS. MP 03/07 às 09 horas.
Ouvidoria do SUS - Projeto do Conselho Municipal de Saúde
"LEI COMPLEMENTAR Nº _______, DE __________________DE 2009.
Dispõe sobre a instituição da Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde no Município do Natal, e dá outras providências.
O PREFEITO MUNICIPAL DO NATAL,
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:
Capítulo I
DOS OBJETIVOS E DIRETRIZES
Art. 1º - Fica instituída a Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde, no Município do Natal, no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde, com a finalidade de contribuir com a garantia da proteção e defesa dos direitos dos usuários do SUS, da resolutividade e a melhoria da qualidade de atendimento aos usuários dos serviços públicos de saúde, de forma a ampliar o efetivo controle social do SUS.
Art. 2º - A Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde tem como papel principal dialogar com a população, buscando atendê-la em suas manifestações quanto ao Sistema Único de Saúde do Município para efetivação dos seus princípios e diretrizes, constituindo-se em um canal articulador entre o gestor e o controle social, constituindo estratégia de fortalecimento e efetivação da gestão participativa e o exercício da cidadania.
Art. 3º - São objetivos da Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde:
I — ampliar a participação dos usuários do Sistema Único de Saúde Municipal garantindo a escuta, análise e o retorno de suas demandas de forma ágil e em curto espaço de tempo, com vistas a resolução dos problemas e o controle social do SUS;
II — criar um canal direto de comunicação e escuta que tenha como características independência, autonomia e ética, preservando o sigilo que a atividade requer;
III — possibilitar ao poder executivo e as instancias de controle social do SUS, especialmente o Conselho Municipal de Saúde de Natal, a avaliação contínua da qualidade dos serviços prestados;
IV — produzir relatórios que subsidiem a gestão e as instâncias de Controle Social do SUS, especialmente o Conselho Municipal de Saúde de Natal nas suas tomadas de decisões.
Art. 4º - A Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde tem como diretriz geral contribuir para o fortalecimento do processo de gestão colegiada através do fomento às iniciativas de controle social no âmbito da SMS/Natal, em todos os níveis administrativos e de atenção, incluindo unidades e serviços de saúde, nível central e distritos sanitários..
Art. 5º - São diretrizes específicas da Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde:
I — Fortalecer os canais de participação, avaliação e controle atualmente existentes no SUS;
II — facilitar o acesso do usuário às informações;
III — fomentar as iniciativas descentralizadas de gestão participativa no Sistema Único de Saúde;
IV — Subsidiar o exercício de avaliação e monitoramento contemplando níveis de eficiência, eficácia e efetividade contínuos do Sistema Municipal de Saúde;
V — garantir o espaço qualificado de escuta, acolhimento, e orientação ao cidadão quanto a efetivação do direito à saúde e a resolutividade dos serviços no âmbito do SUS, incluindo a rede contratada/conveniada;
VI _ contribuir com os processos e mecanismos de aferição dos níveis de eficiência, eficácia e efetividade/resolutividade do SUS.
Capítulo II
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Art. 6º - A Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde é um órgão da estrutura administrativa e funcional da Secretaria Municipal de Saúde, dotado de autonomia administrativa e financeira, vinculado ao Conselho Municipal de Saúde de Natal e será composta por 01 (um) ouvidor geral; 03 coordenações de atendimento, acompanhamento das demandas e análise de dados; de pessoal de apoio administrativo e assessoria técnica conforme necessidade para seu adequado funcionamento.
Art. 7º - O ouvidor geral do Sistema Único de Saúde do Município de Natal/RN será escolhido pelo plenário do Conselho Municipal de Saúde de Natal e designado por ato do Chefe do Poder Executivo Municipal, dentre os servidores que atuam no Sistema Único de Saúde a partir de uma lista tríplice aprovada pelo CMS/Natal e em conformidade com o 6º desta Lei, devendo ser nomeado o primeiro da lista.
§ 1º O processo de escolha do Ouvidor geral será feito pelo CMS/Natal, através de um processo eleitoral cujas normas devem ser definidas em resolução do CMS/Natal, publicada em diário oficial do município e deve assegurar a analise de curriculum e memorial descritivo, no qual constitui critério fundamental experiência e contribuição ao exercício do controle social do SUS e demais exigências constantes nas normas e perfil definido em Resolução do CMS/Natal conforme previsto no Art. 7º desta Lei.
§ 2º - O ouvidor geral do Sistema Único de Saúde do Município de Natal desempenhará função gratificada, sob a forma de mandato, com duração de 02 (dois) anos, podendo ser reconduzido, uma vez, por igual período.
§ 3º - O profissional que ocupar o cargo de Ouvidor Geral por dois mandatos consecutivos poderá voltar a ser novamente escolhido ouvidor geral somente após o decurso de 02 (dois) anos, contados do efetivo desligamento de seu último mandato.
§ 4º - As Coordenações de atendimento, acompanhamento das demandas e análise de dados serão indicados pelo ouvidor geral do SUS Municipal de Natal, obedecendo perfil e critérios definidos em Resolução do Conselho Municipal de Saúde, bem como após sabatina e aprovação do plenário do CMS/Natal.
§ 5º - Aos servidores escolhidos para exercerem a função gratificada de ouvidor geral, bem como das coordenações de atendimento, acompanhamento e análise dos dados, é vedado, durante o desempenho desta, o exercício de quaisquer outras atividades funcionais na Secretaria Municipal de Saúde ou em outros órgãos, públicos, instituição privadas ou filantrópicas, bem como a participação em órgãos diretivos, deliberativos, consultivos de entidades públicas ou privadas. E, principalmente, é vedado, ser prestador de serviço de saúde, privado ou filantrópico.
§ 6º - A função de Ouvidor e de coordenação de atendimento, acompanhamento das demandas e análise de dados constituirão atividades a serem exercidas na condição de função gratificada.
Art. 8º - As ações da Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde serão desempenhadas por servidores integrantes do quadro de pessoal da Secretaria Municipal de Saúde e por servidores de carreira de outros órgãos integrantes do SUS, devidamente cedidos ao SUS municipal, desde que escolhidos pelo Plenário do Conselho Municipal de Saúde o qual enviará ao gestor do SUS municipal uma lista tríplice resultante da escolha feita dentre os servidores inscritos no processo eleitoral desencadeado pelo CMS/Natal, conforme perfil e critérios a serem definidos em resolução do referido conselho.
Parágrafo Único. O nome que obtiver o maior número de votos encabeçará a lista tríplice a ser enviada ao gestor do SUS Municipal para a nomeação.
Art. 9º - São critérios para a escolha do servidor de carreira do SUS que exercerá a função de ouvidor geral:
I — estar em pleno gozo de seus direitos políticos e ser servidor de carreira de órgãos integrantes do SUS, devidamente cedidos ao SUS municipal,;
II — ter nível superior completo;
III — ter experiência e reconhecida contribuição ao exercício do controle social do SUS, bem como não ter sido julgado culpado em processo administrativo disciplinar e/ou crimes contra a administração pública;
IV — ter experiência comprovada de no mínimo 03 (três) anos na área da saúde pública;
Capítulo III
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 10 – Compete a Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde:
I — receber as manifestações dos cidadãos, tais como denúncias, reclamações, informações, elogios e sugestões referentes aos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde e encaminhar aos órgãos competentes;determinando prazo para as respostas e resolução dos problemas;
II — fornecer informações gerais sobre o funcionamento do Sistema Único de Saúde Municipal e sobre os direitos dos seus usuários;
III — identificar e subsidiar a avaliação, o grau de satisfação da população em relação aos serviços de saúde executados no âmbito do Sistema Único de Saúde Municipal, orientando correções;
IV — realizar a mediação de situações emergenciais, administrando conflitos;
V — divulgar relatórios gerenciais para subsidiar o controle social;
VI — refletir as necessidades e demandas do cidadão no âmbito da saúde, agindo em tempo oportuno;
VII — produzir relatórios periódicos para auxiliar a gestão e o CMS nas tomadas de decisões, bem como tornar público os principais problemas detectados, inclusive informando aos demais órgãos e instituições de controle social, tais como Conselhos de Saúde, Ministério Público e Câmara de Vereadores;
VIII — Constituir instrumento de aprimoramento democrático e de defesa dos cidadãos no âmbito do Sistema Único de Saúde Municipal;
IX — colaborar para a melhoria dos serviços ofertados pelo Sistema Único de Saúde Municipal.
Capítulo IV
DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 11 – São atribuições do ouvidor geral do Sistema Único de Saúde Municipal:
I — estabelecer canal de comunicação com a gestão e o controle social, exercendo a mediação entre os mesmos sempre que necessário;
II — gerenciar as ações das coordenações da Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde, de modo a garantir em tempo oportuno o cumprimento dos seus objetivos e diretrizes;
III — articular a implantação de sistemas de avaliação da satisfação dos usuários com os serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde;
IV — encaminhar, socializar e discutir os relatórios periódicos para auxiliar a gestão do SUS e o CMS/Natal na tomada de decisões;
V — encaminhar, socializar e discutir relatórios gerenciais para subsidiar as instâncias de controle social do SUS no acompanhamento, avaliação e tomada de decisão;
VI — garantir acolhimento humanizado e escuta qualificada dos usuários do Sistema Único de Saúde que buscam atenção às suas demandas no âmbito dos distritos;
VII — elaborar e encaminhar em tempo oportuno os relatórios gerenciais e relatórios periódicos para os órgão e instituições de controle social do SUS, para, a gestão do SUS Municipal e Chefe do Poder Executivo;
VIII — contribuir com o fortalecimento e o desenvolvimento de espaços de participação popular no âmbito Sistema Único de Saúde, em todos os níveis de atenção e unidades assistenciais e administrativas do SUS Municipal.
Art. 12 - São atribuições do coordenador de atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde Municipal:
I — coordenar o processo de acolhimento dos usuários e de suas demandas;
II — classificar as demandas e encaminhá-las para análise do ouvidor geral;
III — coordenar o tele-atendimento, o atendimento presencial e as demandas advindas de outras formas de comunicação.
Art. 13 - São atribuições do coordenador de acompanhamentos das demandas do Sistema Único de Saúde Municipal:
I — encaminhar as demandas para as devidas respostas após análise e estabelecimento do prazo para retorno destas, que será fixado pelo ouvidor geral;
II — manter o usuário informado sobre o andamento da sua demanda até a emissão da resposta;
III — informar o usuário dos encaminhamentos realizados a partir da sua demanda e verificar se a resposta fornecida foi considerada satisfatória pelo usuário;
IV — encaminhar ao ouvidor geral a insatisfação do usuário para análise e possíveis encaminhamentos a instâncias superiores.
Art. 14 – São atribuições do coordenador de análise de dados do Sistema Único de Saúde Municipal:
I — gerenciar o Sistema Ouvidor SUS, processando os dados e relatórios fornecidos pelo mesmo;
II — desenvolver, implantar e analisar modelos de avaliação da satisfação dos usuários com os serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde em conjunto com o ouvidor geral;
III — processar, analisar e elaborar relatórios das demandas advindas por carta, e-mail, fax, ofício e imprensa escrita;
IV — encaminhar rotineiramente para o Ouvidor Geral todos os relatórios processados;
V — participar da elaboração dos relatórios periódicos a serem enviados para a gestão e para o controle social.
Capítulo V
DA REMUNERAÇÃO
Art. 15 – A gratificação pelo exercício da função de Ouvidor Geral do SUS Municipal será equivalente ao valor da gratificação paga pelo exercício do cargo de Secretário Adjunto da SMS/Natal. E a gratificação para as funções de coordenação (de atendimento, acompanhamento e de análise de dados), será equivalente a de chefia de Departamento da SMS/Natal.
Capítulo VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 16 - Os órgãos responsáveis pela prestação dos serviços de saúde locais, sejam próprios, contratados ou conveniados, prestarão sempre que necessário apoio técnico e administrativo indispensáveis à realização das atividades da Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde do Município de Natal/RN, mediante solicitação do ouvidor geral, com prazos e condições estabelecidas em Portaria da SMS/Natal com anuência do CMS/Natal expressa em Resolução do referido colegiado..
Art. 17 - O ouvidor geral, para o efetivo exercício de sua função, terá garantido o livre acesso a todos os estabelecimentos que compõem o sistema local de saúde.
Art.18 - Fica expressamente vedado aos servidores dos serviços de saúde denunciados, sejam estes próprios, contratados ou conveniados, tratar diretamente com o denunciante sobre a matéria objeto da denúncia.
Art. 19 - As informações requisitadas pelo ouvidor geral deverão ser atendidas no prazo por ele estabelecido, em função da complexidade de cada caso.
Art. 20 – A Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde garantirá, sempre que solicitada, o sigilo da fonte e anonimato do denunciante, queixoso ou reclamante.
Art. 21 - Os estabelecimentos responsáveis pela prestação dos serviços de saúde locais, sejam próprios, contratados ou conveniados deverão manter afixado, em local visível ao público, quadro indicativo da existência do serviço de Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde, mencionando expressamente seu endereço e seus canais de comunicação.
Art. 22 - A área de atuação da Ouvidoria Municipal do Sistema Único de Saúde abrangerá todos os serviços públicos disponibilizados pela Secretaria Municipal de Saúde, sejam estes próprios, contratados, conveniados ou pactuados.
Art. 23 – A SMS fica obrigada a publicização da ouvidoria, sua divulgação através de meio amplos de publicidade;
Art. 24 – A SMS/Natal fica obrigada a assegurar a estrutura de funcionamento da Ouvidoria, garantindo previsão orçamentária com recursos oriundos do Orçamento Geral do Município, cuja previsão e programação orçamentária será submetida a aprovação do Plenário do Conselho Municipal de Saúde de Natal/RN.
Parágrafo Único. A dotação Orçamentária da Ouvidoria Geral do SUS Municipal poderá ser complementada por recursos provenientes de convênios, porém não poderá depender de recursos de convênios ou outras fontes diferente dos recursos da OGM para funcionar adequadamente.
Art. 25 - As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta do Orçamento Geral do Município.
Art. 26 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Palácio Felipe Camarão, em Natal, RN, ____de ______de 2009.
Micarla de Souza
PREFEITA DE NATAL"
terça-feira, 30 de junho de 2009
Últimos dias para Inscrição no SCODE
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ONOFRE LOPES
SERVIÇO DE CIRURGIA DA OBESIDADE E DOENÇAS RELACIONADAS
EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO ACADÊMICO – 2009
O Serviço de Cirurgia da Obesidade e Doenças Relacionadas (SCODE) abre inscrições para seleção dos candidatos a duas vagas no estágio acadêmico destinado aos alunos do curso de medicina da UFRN.
O processo seletivo será regido pelas seguintes disposições:
1. Das inscrições
i. As inscrições são gratuitas e deverão ser efetuadas através da internet na sessão “estágio acadêmico” do site www.equipeunicad.com/scode de 09 de junho até 03 de julho.
ii. No ato da inscrição o candidato deverá preencher o formulário de inscrição;
2. Do candidato
i. Poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados nos 4º, 5º, 6º e 7º períodos do curso de medicina da UFRN;
ii. O candidato deverá entregar histórico escolar e Curriculum Vitae no dia da avaliação escrita;
3. Do conteúdo programático
i. Os temas da avaliação escrita serão:
i. Anatomia e fisiologia do aparelho digestivo;
ii. Fisiologia cardiorrespiratória e renal
iii. Bases da técnica cirúrgica;
iv. Princípios da cirurgia laparoscópica;
v. Cuidados de pré e pós-operatório;
vi. Obesidade, diabetes e síndrome metabólica;
4. Do processo seletivo e dos resultados
i. O processo seletivo consiste de avaliação escrita e entrevista;
ii. A avaliação escrita será realizada no dia 06 de julho de 2009, das 17:00h às 19:00h, no 5º subsolo do HUOL;
iii. O resultado da avaliação escrita será divulgado no dia 8 de julho de 2009 no mural do ambulatório de clínica cirúrgica no 1º andar do HUOL e no sitewww.equipeunicad.com/scode
iv. Os candidatos aprovados na avaliação escrita serão selecionados para entrevista;
v. A entrevista será realizada no dia 9 de julho de 2009 às 17:00h na clínica UNICAD, localizada na Av. Campos Sales, n.º 631 (vizinho ao laboratório Alexander Fleming)
vi. O resultado final será divulgado ao término das entrevistas no dia 9 de julho de 2009 e osselecionados serão prontamente admitidos no estágio;
vii. Em caso de desistência de um estagiário após admissão, será convocado o candidato com maior pontuação na lista de espera;
viii. Para maiores informações, entrar em contato com a estagiária Carolina Batista através do email carolbatista.med@gmail.com
Natal, 08 de junho de 2009
Dr. Eudes Paiva de Godoy
Chefe do SCODE
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
CPI vai investigar proliferação de cursos de medicina
"É comum que em muitos dos cursos criados recentemente, não exista no corpo docente profissionais com a experiência profissional necessária ao exercício do magistério, ao mesmo tempo em que a própria instituição mantenedora demonstra carecer dos meios adequados à manutenção de cursos de pós-graduação ou de qualquer atividade de extensão universitária, essenciais à boa formação do aluno, apontou Celso Giglio.
Para o secretário de formação profissional e residência médica da FENAM e presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (SIMESP), Cid Carvalhaes, a intenção da CPI é boa, mas o bom andamento das investigações vai depender muito do interesse do Estado, que tem uma base de sustentação muito grande dentro da Assembléia Legislativa do Estado.
"Todas as vezes que se investiga é muito bom, é ótimo. O princípio da FENAM é que quanto mais forem investigadas e esclarecidas as questões da saúde no mecanismo de formação do ensino médico, melhor, mas infelizmente a CPI anda de acordo com o interesse da maioria, ou seja, se o governo tiver interesse de fato de fazer com que esta CPI ande, ela vai ter bons resultados. A gente fica a mercê do governo do estado, porque ele tem uma base de sustentação dentro da assembléia muito grande," explicou Cid Carvalhaes.
A CPI dos Cursos de Medicina é composta por mais oito deputados. Na última reunião da Comissão, realizada no dia 18 de junho, o grupo definiu o relator da CPI, o deputado Deputado Uebe Rezeck (PMDB/SP). No dia 22, os diretores da Universidade de Santo Amaro (Unisa), serão ouvidos.
Fonte: http://portal. fenam2.org. br/portal/ showData/ 385774
sexta-feira, 19 de junho de 2009

TEMA: UM OLHAR SOBRE A PESSOA DOENTE
INSCRIÇÕES ATÉ 29 DE JULHO DE 2009
REGULAMENTO NO SITE http://www.cobem2009.com.br/
Vagas para Iniciação Científica
Laboratório de Neurobiologia Celular
Orientador: Dr. Marcos R. Costa
I- Pré-requisitos:
1) Conhecimentos básicos da histologia, anatomia e fisiologia do sistema nervoso central;
2) Domínio da língua inglesa;
3) Graduação em andamento para um dos cursos das áreas biológica e de saúde (Biologia, Farmácia, Medicina, etc.)
II- Contato:
Os candidatos devem enviar uma cópia do CV para mrcosta@propesq.ufrn.br
III- Seleção:
1) Entrevista e avaliação teórica (datas a combinar) serão realizadas após análise prévia dos CVs;
2) Terão prioridade alunos próximos ao fim da graduação e com interesse em realizar mestrado e doutorado na área (explicitar este ponto na aplicação)
terça-feira, 16 de junho de 2009
Metástase Junho
terça-feira, 2 de junho de 2009
o Conselho Municipal de Saúde de Natal - CMS, em parceria com o Conselho Estadual de Saúde está organizando a Caravana em Defesa do SUS, no Rio Grande do Norte, que acontecerá no dia 5 de junho, no Centro Municipal de Referencia em Educação – CEMURE, localizado na Av. Coronel Estevam, 3705, no Bairro de Nazaré, bem ao lado da Estação Rodoviária, das 08 as 18 horas, cuja realização foi uma deliberação do Conselho Nacional de Saúde - CNS, e se realiza em todo o país.
A proposta da Caravana faz parte da Agenda Política do Conselho Nacional de Saúde, aprovada em janeiro, na sua reunião ordinária, que inclui temas como a Gestão do Trabalho, Modelo de Atenção, Financiamento, Controle Social, Intersetorialidade, Complexo Produtivo da Saúde e Humanização no SUS, definidos como estratégia para o cumprimento de suas ações.
A Caravana se realiza numa parceria nacional com o Ministério da Saúde, através da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa -SGEP, com os Conselhos Estaduais de Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS, o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde - CONASEMS e os Movimentos Sociais . No Rio Grande do Norte esta pareceria é entre as Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, COSEMS-RN e Articulação Nacional em Educação Popular e Saúde – ANEPS/RN. Um dos pontos importantes do evento será o lançamento estadual de duas campanhas fundamentais para o futuro da saúde pública no Brasil: A defesa do “SUS como Patrimônio Social, Cultural, Imaterial da Humanidade”, e a Regulamentação da Emenda Constitucional Nº 29 – EC-29, ambas já recebendo a contribuição da população através de assinaturas eletrônicas na internet, no site http://www.conselho.saude.gov.br . As propostas foram apresentadas, em ato público, no Fórum Social Mundial da Saúde, em janeiro, em Belém- PA e, posteriormente, lançada oficialmente na Câmara dos Deputados, no dia 12 de março, com a participação de diversos parlamentares, gestores, trabalhadores e representantes de movimentos populares. Portanto, com o tema “Todos em Defesa do SUS”, o objetivo da Caravana é discutir os problemas e os avanços do SUS em todos os estados brasileiros e as propostas de cada Estado serão apresentadas durante um Encontro Nacional, em Brasília, no próximo mês de dezembro.
Informações/entrevistas: Marcelo Medeiros (Pte do CMS) 8709-6203
Canindé Santos (Pte do CES) 8846-2383
Valdo Teodósio ( Coord. de plenárias do CES) 9906-1590
PROGRAMAÇÃO
05 de junho de 2009 MANHÃ
08:30 – Credenciamento dos Participantes
09:00 – Ato Político de Lançamento da Caravana
10:00 – Painel – Avanços e Desafios do SUS – 1ª Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento de Sistemas Universais de Saúde e Seguridade Social
Coordenação: Conselho Nacional de Saúde – CNS
Apresentação: Francisco Batista Junior – Presidente do CNS
Moderadores: Conselho Nacional de Secretários de Saúde – CONASS
Conselho Nacional de Secretários – CONASEMS
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa - SGEP
11h - Debate
12h30 - Almoço
05 de Junho de 2009 TARDE
14h – Painel – Avanços e Desafios do SUS no Estado do Rio Grande do Norte
Coordenação: Conselho Estadual de Saúde e Conselho de Saúde de Natal – CES/ CMS
Apresentação: Secretaria Estadual de Saúde
Promotoria de Defesa dos Direitos da Saúde
Conselho de Secretários Municipais de Saúde – COSEMS/RN
15h – Debate
16h – Painel – SUS como Patrimônio Social, Cultural, Imaterial da Humanidade.
Coordenação: Conselho Nacional de Saúde – CNS
Apresentação: Secretaria de Gestão Estratégia e Participativa/MS
Conselho Nacional de Saúde – CNS
17h – Debate
18h – Solenidade de encerramento da Caravana em Defesa do SUS
Local – Centro Municipal de Referência em Educação Aluízio Alves – CEMURE
Av. Cel. Estevam, 3705 – Bairro Nossa Sra. de Nazaré – ao lado da Rodoviária - Natal RN.








